Semana Nacional da Familia

Semana Nacional da Familia

sábado, 27 de fevereiro de 2010

Quer um filho bom? Gaste tempo com ele!

Incluído por santos | novembro 25, 2009

Colaboração Comunidade Sagrada Familia Santos

A sociedade está em crise, ninguém duvida. Difícil mesmo é descobrirmos o caminho de saída da crise. Parece que estaQue mos mais preparados para lidar com as guerras do que com as crises. Guerra é quando não queremos ouvir o inimigo. A saída é negociar, sentar para ouvir. Mas e a crise? Crise é quando não queremos falar ao amigo. O amigo bate à minha porta e esbarra num silêncio ensurdecedor. A sociedade procura os seus dirigentes e recebe em troca o silêncio dos discursos vazios.

É triste perceber que as famílias também estão em crise. É sinal de que alguém precisa dizer algo, romper o silêncio, combater a crise. É a figura do pai que, na maioria das vezes, deve chamar para si essa responsabilidade. O problema é que poucos homens estão dispostos a assumir esse papel.

Se existe guerra entre pai e filho, a mãe está sempre disposta a intermediar a relação. Ela tem grande disponibilidade afetiva e está quase sempre com os braços abertos, pronta para um gesto de compreensão e acolhimento.

Mas quando se trata de crise são o silêncio e a ausência de um pai que geram o problema. Mesmo nos lares em que não há um pai biológico alguém precisa assumir o papel paterno, preferentemente alguém do sexo masculino. Faz parte do desígnio de Deus que alguém assuma a realidade de pai.

O papel de pai é exigente porque a sua orientação, por mais afetuosa e pedagógica que seja, significa sempre um limite. Muitos se perguntam como impor limites que estimulem o respeito e o amor em família. Mas não basta começar a ditar regras. É importante compreender esse limite, que exige da figura paterna uma virtude fundamental: a magnanimidade. Sim, o pai tem de ter uma “alma grande”.

Um grande amigo meu e excelente educador uma vez me disse: “Não dê mais de uma ordem por mês nem explique muito”. O pai não deve se preocupar com pequenos defeitos, mas com os grandes. Você não deve encher a vida do seu filho de regrinhas, que desgastam sua autoridade e transformam a relação em mera cobrança.

Lembre-se: resolver uma crise é, antes de tudo, falar a um amigo. Mas como ter uma amizade com seu filho se não houver convívio? Quer um filho bom? Gaste tempo com ele. Quem não tem tempo para os filhos é porque tem priorizado outros assuntos em detrimento da família. A tendência dos filhos é seguir o mesmo caminho. Se o pai não se fizer presente e não impuser regras, a sociedade se incumbirá dessa tarefa - muitas vezes da pior forma possível.

Os pais modernos se vangloriam de serem cúmplices de seus filhos. Mas tal cumplicidade nem sempre é verdadeiro amor. A esse respeito o Papa Bento XVI nos dá um testemunho luminoso: “Recordo sempre com grande afeto a profunda bondade de meu pai e de minha mãe. É claro que para mim bondade significa também a capacidade de dizer ‘não’, porque uma bondade que deixa tudo correr às soltas não quer fazer o bem ao outro”.

Padre Paulo Ricardo de Azevedo Júnior é autor de “Um olhar que cura” (Editora Canção Nova) e consultor do Vaticano para assuntos de Catequese.

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Campanha da Fraternidade 2010 é lançada em São Paulo

Tema deste ano é "Economia e Vida".
Arcebispo de São Paulo espera que tema seja debatido durante eleições.

Emilio Sant'Anna Do G1, em São Paulo

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D. Odilo Scherer defende que candidatos apresentem política econômica socialmente justa e sustentável (Foto: Emilio Sant`Anna)

A Quarta-Feira de Cinzas é o dia que abre a Quaresma, período que antecede a Páscoa e, para os cristãos, momento de reflexão. Esta quarta (17) marcou também o lançamento da Campanha da Fraternidade 2010. O tema da campanha é "Economia e Vida" e o arcebispo metropolitano de São Paulo, d. Odilo Scherer, espera que seja discutido durante a campanha eleitoral deste ano.

"Espero que o tema seja debatido e que se discuta que tipo de política econômica os candidatos vão apresentar", disse d. Odilo, enquanto se preparava para o lançamento da campanha durante a missa de Quarta-Feira de Cinzas, na Catedral da Sé.

Esta é terceira vez que a Campanha da Fraternidade é organizada pelo Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil (Conic), entidade que congrega além da Igraja Católica, a Igreja Luterana, Anglicana, Católica Ortodoxa e Presbiteriana.

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    Espero que o tema seja debatido e que se discuta que tipo de política econômica os candidatos vão apresentar "

O tema é atual, mas foi decidido antes mesmo da crise econômica. "Estamos saindo de uma crise global, mas ainda não a superamos totalmente", disse o arcebispo de São Paulo.

A proposta das igrejas filiadas ao Conic é que os cristãos repensem o modelo econômico vigente. Entre as ações propostas estão a luta em favor da tributação justa e progressiva, a auditoria da dívida pública, a adoção de políticas ecônomicas de distribuição de renda e o direito a alimentação.

Foto: Emilio Sant`Anna

Economia de comunhão, diz d. Odilo, é uma das formas de combater a exclusão social e a pobreza. Neste ano, Campanha da Fraternidade é realizada pelo Conic (Foto: Emilio Sant`Anna)

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    A riqueza acaba se tornando um valor supremo, em nome do qual todos os outros valores acabam sendo sacrificados"

D. Odilo lembra que os cristãos não podem "servir a Deus e ao dinheiro" e que o enriquecimento e o acúmulo de bens não pode ser tratado com idolatria. "A riqueza acaba se tornando um valor supremo, em nome do qual todos os outros valores acabam sendo sacrificados", afirma.

A melhor forma de viver o tema da campanha, disse d. Odilo, é promover ações sustentáveis, como a prática da ecônomia socialmente justa, e que não agridam o meio ambiente, o que ele chama de "economia de comunhão". "Podemos promover formas de economia que visem, por exemplo, integrar grupos que estão socialmente marginalizados, o comércio eco-solidário, economia de comunhão, existem muitas formas de se promover uma economia menos individualista e mais solidária", afirmou.

A Catedral da Sé ficou cheia para acompanhar a celebração da missa por d. Odilo. Alheio à campanha e à missa, do lado de fora, Kléber Gomes, de 21 anos, era um entre os tantos moradores de rua que passam os dias na Praça da Sé. Há poucos dias, disse ele, completou um ano morando nas ruas de São Paulo.

Um ano morando nas ruas e dormindo em frente à Catedral da Sé. "Vim para buscar emprego, mas nunca encontrei nada", disse ele, que estudou até a oitva série.

Questionado se deseja retornar para Brasília, onde mora sua família, Kléber dá de ombros. "Querer mesmo eu queria era trabalhar", afirmou. "Mas se não der, um dia eu volto."

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Formação para agentes de Pastoral



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Formação na Diocese de Santos

Aconteceu neste domingo, 21/fev, no período da manhã, a primeira formação (de duas programadas) para os agentes de Pastoral Familiar da Diocese de Santos. O encontro foi realizado no Colégio Liceu Santista, próximo ao Orquidário Municipal.

O encontro organizado pela comissão diocesana, coordenada pelo casal Genilson e Jussara, contou coma presença de dom Jacyr, bispo diocesano, que abriu o encontro e afirmou que na Diocese de Santos a Família, e consequentemente, a Pastoral Familiar são uma prioridade incluída no Plano de Pastoral. Ele, que trazia nas mãos o documento, apresentou-o para os agentes de diversas regiões e paróquias da Baixada, reunidos ali. O encontro contou ainda com a participação de dois padres que permaneceram no auditório durante toda a formação. Eles vieram acompanhando suas paróquias.

Assessorou o encontro o André, da Diocese de Osasco e membro do Núcleo de Formação e Espiritualidade (NUFESP) do Regional Sul-1. O tema escolhido pela comissão diocesana de Santos foi: ”O que é Pastoral Familiar, quais são suas metas e objetivos”. André apresentou uma resumo do Familiaris Consortio (A Missão da Família Cristão no Mundo de Hoje), do Diretório da Pastoral Familiar e entrou em conteúdos do Documento de Aparecida. Falou sobre o emprenho pastoral e missionário e sobre a opção que cada cristão, em especial o agente de Pastoral, deve fazer por Jesus Cristo.

Esteve presente ao evento o pe. Toninho, assessor eclesiástico da Pastoral Familiar da Diocese de Santos, que falou alguns minutos sobre como é necessário articular uma pastoral que parece estar solta em diversas paróquias e comunidades.

A formação terminou às 12h30 e os agentes já foram convidados para a próxima data que será no dia 25/abr, no mesmo local e horário.

fevereiro 21st, 2010 | Tags: , ,

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010


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Direitos Humanos

Quem defende o aborto nega sua condição de católico

O III Plano Nacional de Direitos Humanos ao falar da "autonomia" da mulher sobre seu próprio corpo e recomendar que o Congresso altere o Código Penal a fim de descriminalizar a prática do aborto recomenda um crime qualificado contra a humanidade e contra o próprio Brasil.

Ele quer outorgar legitimidade jurídica a um crime infamante, estabelecer como um direito democraticamente exigível o mais abominável dos delitos e o financiamento dele beneficiando os carrascos com dinheiro público.

Contra o povo brasileiro, povo apaixonado pela vida humana, tantas vezes comprovado em estatísticas da maior seriedade, a última deste mês em que não chega a um quarto de cidadãos brasileiros os que querem manchar de sangue de crianças o mapa do Brasil.

Em 2007, o Partido dos Trabalhadores aprovou, em seu programa, a luta pela implantação do aborto no Brasil. Isso não pode acontecer, pois é projeto revestido de fanatismo cruel contra o nascituro. Podemos dizer que é um dos projetos mais bárbaros de aborto conhecidos no mundo, que defende de modo obsessivo e neurótico a morte legal de inocentes.


.: Aborto será modificado no texto do Programa de Direitos Humanos
.: Programa de Direitos Humanos exige mais diálogo, dizem estudiosos
.: Programa de Direitos Humanos é "desumano", afirma jurista
.: Procuradoria mantém símbolos religiosos em repartições públicas

Podcast: Padre Paulo Ricado aponta os perigos do Plano Nacional de Direitos Humanos


Se o Governo atual aprova tal Plano torna-se o inimigo número um da sociedade e o primeiro elemento desestabilizador da ordem social. Os que deveriam ser construtores e defensores da vida tornaram-se de modo incompreensível uma enorme ameaça contra o Brasil todo.

A Igreja defende e defenderá sempre que a vida humana é sagrada e inviolável desde o momento da concepção até o final da sua existência. Dessa sacralidade e inviolabilidade nasce o direito de todo ser humano a ser respeitado, protegido e promovido no desenvolvimento de sua existência em qualquer momento ou situação. Sempre em nome da razão e da dignidade nativa do homem e não só da fé, a Igreja o defenderá quando estiver em pauta qualquer vida humana.

Estamos comprometidos, juntamente com todo o povo brasileiro, com uma cultura da vida e não da morte. "Quem defende o aborto nega sua condição de católico", proclamava bem alto o Papa João Paulo II (Ev.V 62). Como cristãos é impossível ficarmos calados e concordar com a decisão de aprovar tal projeto que nega o direito à vida.

Defender e promover a vida e posicionar-se contra o aborto provocado é uma questão de humanidade. Não há nada que possa justificá-lo porque nada pode justificar o assassinato frio e calculado de uma vida humana inocente.

Podemos usar um dos Dez Mandamentos para dizer: Dr. Vannucchi, Dr. Temporão, Presidente Lula e tantos órgãos responsáveis pela defesa da vida: "Não matarás!"

O evangelho da vida, o evangelho da dignidade humana e o evangelho do amor de Deus aos homens é um mesmo e único Evangelho. O homem não tem direito de destruí-lo.

Dom José Luis Azcona
Bispo da Prelazia de Marajó (PA)

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Sete em cada dez brasileiros são contra o aborto, revela pesquisa


Genilson Santos

Jornalista

73,5% dos brasileiros são contrários à legalização do aborto. É o resultado da pesquisa de opinião pública CNT/Sensus feita a pedido da Confederação Nacional do Transporte.

No total, 2 mil pessoas foram ouvidas nas 5 regiões do país, no período de 25 a 29 de janeiro deste ano. A informação foi publicada no início deste mês.

O percentual dos que se declararam a favor do aborto ficou em 22,7%.

Preocupação
A pesquisa traz também dados preocupantes, como o aumento do porcentual de brasileiros favoráveis tanto à legalização do aborto, quanto à pena de morte, nos últimos 10 anos.

Entre janeiro de 2001 e janeiro de 2010, subiu de 39,4% para 41,2% os que declaram a favor da pena de morte e de 17,7% para 22,7% os favoráveis à legalização do aborto.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

O Divórcio e os filhos

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Respondendo ao mito de que o divórcio não afeta os filhos e que em alguns casos poderia ser a "melhor" solução, o Papa Bento XVI recordou hoje que esta ruptura matrimonial tem sérias conseqüências sobre as crianças, que sempre precisam viver e desenvolver-se em meio de uma família unida que reze, dialogue e esteja fundada no matrimônio entre um homem e uma mulher que se complementam.

O Santo Padre explicou em seu discurso de hoje ao Pontifício Conselho para a Família que a instituição familiar "fundada sobre o matrimônio entre homem e mulher é a maior ajuda que se pode oferecer às crianças. Eles querem ser amados por uma mãe e um pai que se amam, e precisam viver, crescer e estar juntos com os dois pais, porque as figuras materna e paterna são complementares na educação dos filhos e na construção de suas personalidades e sua identidade".

Por isso, disse o Papa Bento, "é importante então que se faça todo o possível para fazê-los crescer em uma família unida e estável. Para tal fim, é necessário exortar aos cônjuges a não perder nunca de vista as razões profundas e a sacramentalidad de seu pacto conjugal e a reafirmá-lo com a escuta da Palavra de Deus, a oração, o diálogo constante e o perdão mútuo".

Finalmente Papa Bento XVI ressaltou que "um ambiente familiar não sereno, a divisão dos pais e, em particular, a separação com o divórcio, têm conseqüências sobre as crianças, enquanto que sustentar a família e promover seu verdadeiro bem, seus direitos, sua unidade e estabilidade é sempre o melhor modo de tutelar os direitos e as autênticas exigências dos menores".

Enviado por Comunidade Família de Deus

Bento XVI e a Familia

Segunda-feira, 08 de fevereiro de 2010, 14h19

Bento XVI dá dicas de preparação ao matrimônio

Genilson Santos
Jornalista


H2O News
Cardeais escutam atentamente o discurso do Papa
O Papa destacou três etapas de formação e resposta à vocação do matrimônio.

Bento XVI ofereceu as dicas aos participantes da XIX Assembleia Plenária do Pontifício Conselho para a Família, recebidos em audiência na manhã desta segunda-feira, 8, no Vaticano.

O departamento está envolvido na elaboração de um Vademecum (documento) sobre a preparação ao matrimônio. Com base nas indicações de João Paulo II na Exortação Apostólica Familiaris Consortio, o Santo Padre destacou três fases: remota, próxima e imediata.

.: Íntegra do discurso do Papa

"A preparação remota diz respeito às crianças, adolescentes e jovens", ensina. É a fase em que se busca educar para entender a vida como uma vocação para o amor e a sexualidade como uma capacidade de relação a ser incorporada no amor autêntico.

Já a preparação próxima "deve ser engajada e configurada em um caminho de fé e vida cristã, que conduza a um conhecimento aprofundado do mistério de Cristo e da Igreja, do sentido da graça e das responsabilidades do matrimônio". Bento XVI chama a atenção para que os namorados revivam a própria relação pessoal com o Senhor Jesus, através da Palavra, dos sacramentos e da Eucaristia.

"A preparação imediata se realiza próximo ao casamento", destaca. O Papa indica que deve ser feito um trabalho que incentive a consciência de que tal união é um presente para toda a Igreja e contribui para seu crescimento espiritual.


Crianças e família

A Assembleia Plenária tem por tema "Os Direitos da Criança", devido à comemoração dos vinte anos da Convenção adotada pela Assembleia Geral da ONU em 1989.

O Papa explica: "é a família, fundada no matrimônio entre um homem e uma mulher, a maior ajuda que pode ser oferecida às crianças. Elas querem ser amadas por um pai e uma mãe que se amam, e precisam habitar, crescer e viver com ambos os pais, porque as figuras materna e paterna são complementares na educação dos filhos e na construção de sua personalidade e sua identidade. É importante, portanto, que se faça todo o possível para que elas cresçam em uma família unida e estável".

O Pontífice também destacou o trabalho que a Igreja realiza, há séculos, na proteção dos pequenos. "Infelizmente, em diversos casos, alguns dos seus membros, agindo em contraste com este empenho, têm violado tais direitos: um comportamento que a Igreja não admite e não deixará de lamentar e condenar", enfatizou.