Semana Nacional da Familia

Semana Nacional da Familia

sexta-feira, 19 de março de 2010

Grito Silencioso

Conheça uma história emocionante de quem não optou pelo aborto

Renata Vasconcelos
Canção Nova Notícias, SP


Todos os anos milhares de crianças são mortas por causa do aborto ainda no ventre da mãe. O jornalismo Canção Nova, que está serviço da vida e da esperança, disponibiliza hoje e amanhã, duas reportagens especiais de pessoas que disseram sim a vida.

Assista à reportagem


Quanto vale a vida? Ou melhor, o valor da vida pode ser medido? Estima-se que todos os anos 46 milhões de aborto por ano aconteçam em todo o planeta. Isso significa aproximadamente 127 mil mortes por dia, 5 mil por hora ou 88 por minuto. Isso é, até o final dessa matéria mais de 150 crianças morrerão ainda no ventre.

É uma verdadeira matança silenciosa. Em um vídeo que reproduz um aborto, o médico pró-vida detalha o sofrimento do feto enquanto o procedimento é realizado. É chocante ver tambem, com tanta nitidez, a boca do bebê aberta enquanto é morto. A isso o apresentador chama de grito silencioso.

No Brasil esse grito silencioso ecoa e infelizmente se multiplica. Não existem números oficiais, mas estima-se que um milhão de abortos são cometidos por ano no nosso país. E o principal argumento de quem defende a legalização do ato é de que o feto não seria ainda um ser humano. Será mesmo?

Há 40 anos, Gilda Godói Monteiro, engravidou, mas logo a boa notícia deu lugar a um drama. Ela teve rubéola e foi orientada a interromper a gestação. Sem dinheiro para fazer a cirurgia, procurou o sogro, e em vez de financiar o aborto ele assumiu a criança mesmo que pudesse nascer com deficiência. A atitude dele fez Gilda seguir com a gravidez até o fim.

"Só de pensar me emociono (...) Deus foi muito maravilhoso para mim. Eu enfrentei tudo, aceitei e consegui. Venci!", afirma.

Familia Formadora de valores e Amor

Que a bênção de Deus seja hoje o fundamento da sua casa. Que o Senhor seja o Construtor do seu lar. O homem pode trabalhar, mas é Deus quem edifica a sua família. Se Ele não estiver no centro de sua família, todo o seu esforço pelo bem-estar dela será em vão, pois é o Senhor quem dá sabor para nossa vida. Se você quer uma família feliz, coloque o Todo-poderoso no coração dos seus. Se os nossos filhos não tiverem o temor do Senhor, todo o nosso trabalho terá pouco fruto ou praticamente nenhum fruto.

Deus é amor. Qual família se constrói sem amor? Uma família sem amor é uma família desfragmentada. O egoísmo é uma caricatura desse sentimento nobre, pois é o amor em demasia a si próprio, um amor descontrolado. Ele vai matando o amor verdadeiro. Dessa forma, esse mal [egoísmo] vai “esfarelando” a nossa casa.

A nossa família é uma bênção! Família feliz é família com Deus. Nossa casa é um santuário onde os filhos são um dom de Deus. Hoje muitas pessoas querem ter filhos a qualquer preço, mesmo ao custo dessa criança ser concebida sem ter um pai, sem ter direito a um lar no qual o pai e a mãe se amam... Filho não é “direito” de ninguém, filho é graça, é dom!

O Senhor deu essa criança a você e em sua casa existe uma Igreja doméstica. Para fazer esta Igreja doméstica, esta célula da Igreja, que é o Corpo de Cristo, Deus quis precisar de você, do seu cônjuge, dos seus filhos. Deus quis precisar de você para construir a sua casa. E você precisa d'Ele para manter essa mesma família.

Quem ama alguém, vigia essa pessoa. Vigiar não é “amarrar” a pessoa, mas é zelar por ela. Eu tenho a minha esposa e eu a amo. E se eu a amo, eu tenho de cuidar dela em todos os aspectos. Eu tenho que vigiar sobre a sua saúde, sobre o seu bem-estar e até mesmo sobre as tentações que podem vir sobre ela também! Ela me foi dada por Deus para que eu cuide dela. A mesma coisa é com os filhos. Se eu não vigiá-los, eles podem fazer besteira. A gente vigia porque ama, porque zela.

Quantas mães se despedem dos filhos, logo de manhã cedo, e acabam mandando o próprio coração junto com eles para o trabalho, para a escola. Mas sabemos que a nossa vigilância tem um limite, ela chega até a um certo ponto: só conseguimos vigiar “até aqui”, dali em diante é com Deus!

O que você pode fazer por alguém que já não está mais debaixo dos seus olhos? Por isso, é preciso trazer o Senhor para dentro de casa, porque é Ele quem vigia. É Ele quem nos protege do “bandido”, do maligno, que quer destruir a nossa casa e os nossos. Uma família, para sobreviver, precisa ter Jesus como centro de sua vida.

Se Deus não começar conosco os nossos relacionamentos, estes já estarão fadados ao fracasso. Se o Altíssimo não está no centro do nosso namoro e da nossa amizade, esses relacionamentos já não servem para nós!

Você quer ter futuro? Coloque Deus no seu presente! O nosso tempo é muito precioso para gastá-lo inutilmente. Se você traz o Senhor em tudo o que você faz, saiba que tudo concorre a seu favor.

Coloque o Senhor como centro de sua vida e você verá esta Palavra se cumprir como uma bênção para você. A Palavra de Deus nos ensina que a sabedoria não está em ter muitos filhos, mas em ter filhos bons. Porque se os filhos são maus, os problemas se multiplicam. Existem lares no quais os filhos hoje são motivo de tristeza. E isso porque quando eram eles crianças os pais não se preocuparam em educá-los na fé. Deixaram que eles “fossem livres” para escolher quando crescessem... E a Palavra de Deus nos ensina exatamente o contrário: que os nossos filhos precisam ser educados na religião quando estão ainda no colo.

A família feliz não é aquela que se fecha em si mesma, mas sim, aquela que se abre para Deus. O nosso bem maior é o Senhor. O temor do Senhor nos leva a tomar posse da bênção reservada para nós.

Se você teme a Deus nunca lhe vai faltar condições para você viver do trabalho de suas mãos. E viverá feliz e satisfeito. E os seus filhos, alegres, correrão ao redor de sua mesa. Existe algo mais bonito do que isso?

Paz e Bem!


Transcrição e adaptação: Alexandre de Oliveira

Em Defesa da Vida 4º Ato Publico

Especialista sugere três atos contra aprovação do aborto

Kelen Galvan
Da Redação


CN Notícias
''Não podemos deixar para nossos filhos um mundo descristianizado e isso requer o nosso desejo de fazer sacrificios''
Três atos podem ser feitos contra o aborto: rezar muito, estudar e agir, afirmou o diretor de programações para os países de língua portuguesa da Human Life International (Vida Humana Internacional), Raymond de Souza, em visita à sede da Comunidade Canção Nova, em Cachoeira Paulista (SP). O especialista, que mora nos Estados Unidos, veio ao país para uma reunião com os movimentos pró-vida e irá participar do 4º Ato Público em Defesa da Vida, neste sábado, 20, em São Paulo (SP).

Raymund destaca que o aborto não é vontade do povo brasileiro, e "se for aprovado no país, será uma prova, de que o Brasil se transformou em uma ditadura, onde uma minoria de pessoas decide o futuro da nação sem consulta popular, contra a vontade do povo brasileiro". Segundo uma pesquisa divulgada pelo CNT/Sensus, no início desse ano, 70% dos brasileiros são contra a descriminalização do aborto e, outro levantamento feito pela Datafolha, em 2008, aponta 68% dos brasileiros contrários a morte dos bebês nascituros.

Rezar, estudar e agir

O especialista explica que a oração é muito importante, e o movimento Human Life International divulga a devoção a São Miguel Arcanjo, através da oração composta pelo Papa Leão XIII, e incentiva os católicos a rezarem diante do Santíssimo Sacramento. "É preciso redescobrir que Jesus não está só nos Céus, mas está presente conosco na Santa Eucaristia e precisamos da graça divina".

Outro ponto importante na luta contra o aborto é o esclarecimento. É preciso que as pessoas conheçam a cultura da vida e a cultura da morte, para assim, defender uma e eliminar a outra. "Investir na educação, é preciso conhecer, estudar, ler (...) partilhar nosso conhecimento da verdade para o maior número de pessoas, para que elas vejam que o Brasil está numa situação de se descristianizar, senão, daqui a pouco tempo, nossas Igrejas serão relíquias... Não podemos deixar para nossos filhos um mundo descristianizado e isso requer o nosso desejo de fazer sacrificios, de lutar segundo todos os meios legais e pacificos, para evitar que isso ocorra".

E ação. Raymund afirma que "é preciso haver uma conscientização do povo através dos meios de comunicação cristãos, promover os candidatos pró-vida, pró-família, e evitar dar apoio aqueles que são a favor da cultura de morte e contra a família, para que o povo brasileiro receba informações que eles não recebem através da mídia secular. Por que outros meios, em geral, promovem outros tipos de comunicacao a fim de destruir a familia".

Formar as novas gerações

De acordo com o ativista, as escolas católicas podem contribuir através da formação de consciência das novas gerações. "Na cultura brasileira, a promiscuidade tomou conta do nosso povo. É preciso que as escolas católicas ensinem aos jovens, desde as idades mais tenras, a virtude da pureza, da castidade, a beleza da virgindade pré-matrimonial".

"Hoje em dia isso parece um tabu. É preciso que as moças redescubram a dignidade dos próprios corpos, para que não se vejam como um objeto de prazer para os homens, mas uma companheira, onde eles caminham juntos para o Céu", enfatizou.

Raymund recordou a mensagem de Nossa Senhora em Fátima (Portugal), onde ela disse: "no fim, meu Imaculado Coração Triunfará" e, Jesus, no Evangelho, afirma que "as portas do inferno não prevalecerão contra a Igreja" (cf. Mt 16,18). "Nós temos certeza que Ele ganhará no fim. Ou conosco ou contra nós, mas não - 'sem nós', pois não há neutros nessa luta. Ele diz 'quem não está comigo, está contra mim' (cf. Mt 12,30). É preciso crer nisso (...) e nossa parte é cooperar com a graça divina".


Raymond de Souza é brasileiro de nascimento, Católico e cidadão Australiano naturalizado. É casado e pai de 8 filhos.

É o fundador e Diretor do Saint Gabriel Communications, o primeiro e único apostolado australiano que promove apologética católica internacionalmente. É também diretor do escritório de Evangelização do Santuário Nacional do Sagrado Coração de Jesus nos Estados Unidos, e apresentador de duas séries de programas de televisão na emissora católicado EWTN. Fala fluentemente Inglês, português, espanhol e francês. É conferencista de renome mundial e tem mais de 2,500 palestras sobre temas de apologética católica.

Seu apostolado assiste programas de educação religiosa em paróquias, escolas e associações leigas em 12 países da América do Norte, Europa, África e Oceania.

Em 2008 Raymond foi nomeado Diretor de programações para os países de língua portuguesa pela Human Life International (Vida Humana Internacional). Sua função é a de manter contato com movimentos pró-vida e pró-família no Brasil, em Portugal, Angola, Moçambique, São Tomé e Príncipe, Açores, Cabo Verde, Timor leste e Macau.

4º Ato Publico em Defesa da Vida

quarta-feira, 3 de março de 2010

4º Ato Público em Defesa da Vida

4º Ato Público em Defesa da Vida

Acontecerá no próximo dia 20/mar o VI Ato Público em Defesa da Vida, na Praça da Sé, em São Paulo.

Folheto de divulgação do VI Ato Público em Defesa da Vida

Folheto de divulgação do VI Ato Público em Defesa da Vida

A organização do evento preparou para este ano uma Grande Marcha da Cidadania pela Vida, que começará às 10h00 no Viaduto Jacareí (Centro de São Paulo), terminando na Praça da Sé.

É muito importante que as dioceses e paróquias organizem-se no sentido de firmar presença nesse evento que a cada ano cresce no número de participantes. Sensibilizar a opinião pública passa pelo despertar da atenção dos grandes meios de comunicação e para que isso aconteça, precisamos ter um movimento com muitas pessoas, uma verdadeira multidão que possa encher as ruas e avenidas e que lote a Praça da Sé.

Divulgue e participe.

sábado, 27 de fevereiro de 2010

Quer um filho bom? Gaste tempo com ele!

Incluído por santos | novembro 25, 2009

Colaboração Comunidade Sagrada Familia Santos

A sociedade está em crise, ninguém duvida. Difícil mesmo é descobrirmos o caminho de saída da crise. Parece que estaQue mos mais preparados para lidar com as guerras do que com as crises. Guerra é quando não queremos ouvir o inimigo. A saída é negociar, sentar para ouvir. Mas e a crise? Crise é quando não queremos falar ao amigo. O amigo bate à minha porta e esbarra num silêncio ensurdecedor. A sociedade procura os seus dirigentes e recebe em troca o silêncio dos discursos vazios.

É triste perceber que as famílias também estão em crise. É sinal de que alguém precisa dizer algo, romper o silêncio, combater a crise. É a figura do pai que, na maioria das vezes, deve chamar para si essa responsabilidade. O problema é que poucos homens estão dispostos a assumir esse papel.

Se existe guerra entre pai e filho, a mãe está sempre disposta a intermediar a relação. Ela tem grande disponibilidade afetiva e está quase sempre com os braços abertos, pronta para um gesto de compreensão e acolhimento.

Mas quando se trata de crise são o silêncio e a ausência de um pai que geram o problema. Mesmo nos lares em que não há um pai biológico alguém precisa assumir o papel paterno, preferentemente alguém do sexo masculino. Faz parte do desígnio de Deus que alguém assuma a realidade de pai.

O papel de pai é exigente porque a sua orientação, por mais afetuosa e pedagógica que seja, significa sempre um limite. Muitos se perguntam como impor limites que estimulem o respeito e o amor em família. Mas não basta começar a ditar regras. É importante compreender esse limite, que exige da figura paterna uma virtude fundamental: a magnanimidade. Sim, o pai tem de ter uma “alma grande”.

Um grande amigo meu e excelente educador uma vez me disse: “Não dê mais de uma ordem por mês nem explique muito”. O pai não deve se preocupar com pequenos defeitos, mas com os grandes. Você não deve encher a vida do seu filho de regrinhas, que desgastam sua autoridade e transformam a relação em mera cobrança.

Lembre-se: resolver uma crise é, antes de tudo, falar a um amigo. Mas como ter uma amizade com seu filho se não houver convívio? Quer um filho bom? Gaste tempo com ele. Quem não tem tempo para os filhos é porque tem priorizado outros assuntos em detrimento da família. A tendência dos filhos é seguir o mesmo caminho. Se o pai não se fizer presente e não impuser regras, a sociedade se incumbirá dessa tarefa - muitas vezes da pior forma possível.

Os pais modernos se vangloriam de serem cúmplices de seus filhos. Mas tal cumplicidade nem sempre é verdadeiro amor. A esse respeito o Papa Bento XVI nos dá um testemunho luminoso: “Recordo sempre com grande afeto a profunda bondade de meu pai e de minha mãe. É claro que para mim bondade significa também a capacidade de dizer ‘não’, porque uma bondade que deixa tudo correr às soltas não quer fazer o bem ao outro”.

Padre Paulo Ricardo de Azevedo Júnior é autor de “Um olhar que cura” (Editora Canção Nova) e consultor do Vaticano para assuntos de Catequese.

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Campanha da Fraternidade 2010 é lançada em São Paulo

Tema deste ano é "Economia e Vida".
Arcebispo de São Paulo espera que tema seja debatido durante eleições.

Emilio Sant'Anna Do G1, em São Paulo

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D. Odilo Scherer defende que candidatos apresentem política econômica socialmente justa e sustentável (Foto: Emilio Sant`Anna)

A Quarta-Feira de Cinzas é o dia que abre a Quaresma, período que antecede a Páscoa e, para os cristãos, momento de reflexão. Esta quarta (17) marcou também o lançamento da Campanha da Fraternidade 2010. O tema da campanha é "Economia e Vida" e o arcebispo metropolitano de São Paulo, d. Odilo Scherer, espera que seja discutido durante a campanha eleitoral deste ano.

"Espero que o tema seja debatido e que se discuta que tipo de política econômica os candidatos vão apresentar", disse d. Odilo, enquanto se preparava para o lançamento da campanha durante a missa de Quarta-Feira de Cinzas, na Catedral da Sé.

Esta é terceira vez que a Campanha da Fraternidade é organizada pelo Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil (Conic), entidade que congrega além da Igraja Católica, a Igreja Luterana, Anglicana, Católica Ortodoxa e Presbiteriana.

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    Espero que o tema seja debatido e que se discuta que tipo de política econômica os candidatos vão apresentar "

O tema é atual, mas foi decidido antes mesmo da crise econômica. "Estamos saindo de uma crise global, mas ainda não a superamos totalmente", disse o arcebispo de São Paulo.

A proposta das igrejas filiadas ao Conic é que os cristãos repensem o modelo econômico vigente. Entre as ações propostas estão a luta em favor da tributação justa e progressiva, a auditoria da dívida pública, a adoção de políticas ecônomicas de distribuição de renda e o direito a alimentação.

Foto: Emilio Sant`Anna

Economia de comunhão, diz d. Odilo, é uma das formas de combater a exclusão social e a pobreza. Neste ano, Campanha da Fraternidade é realizada pelo Conic (Foto: Emilio Sant`Anna)

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    A riqueza acaba se tornando um valor supremo, em nome do qual todos os outros valores acabam sendo sacrificados"

D. Odilo lembra que os cristãos não podem "servir a Deus e ao dinheiro" e que o enriquecimento e o acúmulo de bens não pode ser tratado com idolatria. "A riqueza acaba se tornando um valor supremo, em nome do qual todos os outros valores acabam sendo sacrificados", afirma.

A melhor forma de viver o tema da campanha, disse d. Odilo, é promover ações sustentáveis, como a prática da ecônomia socialmente justa, e que não agridam o meio ambiente, o que ele chama de "economia de comunhão". "Podemos promover formas de economia que visem, por exemplo, integrar grupos que estão socialmente marginalizados, o comércio eco-solidário, economia de comunhão, existem muitas formas de se promover uma economia menos individualista e mais solidária", afirmou.

A Catedral da Sé ficou cheia para acompanhar a celebração da missa por d. Odilo. Alheio à campanha e à missa, do lado de fora, Kléber Gomes, de 21 anos, era um entre os tantos moradores de rua que passam os dias na Praça da Sé. Há poucos dias, disse ele, completou um ano morando nas ruas de São Paulo.

Um ano morando nas ruas e dormindo em frente à Catedral da Sé. "Vim para buscar emprego, mas nunca encontrei nada", disse ele, que estudou até a oitva série.

Questionado se deseja retornar para Brasília, onde mora sua família, Kléber dá de ombros. "Querer mesmo eu queria era trabalhar", afirmou. "Mas se não der, um dia eu volto."